Enquanto, na América Latina, entre os mercados cinematográficos de pequeno e médio porte, a Colômbia foi o caso que mais chamou atenção em estatísticas como o aumento de películas produzidas nos últimos três anos e a quantidade relativa de espectadores para filmes nacionais, o México é o país do trio dos grandes (ao que se soma Brasil e Argentina) que obteve melhores resultados em 2007.
A produção de filmes mexicanos nesse ano foi a maior em 17 anos, segundo informa o Instituto Mexicano de Cinematografia (Imcine), chegando a 70 títulos (incluindo 20 curtas, seis documentários e duas animações). Deles, 59% foram financiados pelo Estado, que desembolsou quase 62 milhões de dólares para a produção – contra pouco mais que os mesmos 62 milhões, só que contabilizados ao longo de seis anos (de 2001 a 2006). Como resultado do estímulo, o total de espectadores cresceu em 5%, chegando a 170 milhões, que geraram uma bilheteria total de quase 600 milhões de dólares.
Terror à mexicana
O título mais visto, Kilómetro 31, é a terceira produção como diretor de Rigoberto Castañeda (Sin sentido, Necrofilia). Filme de terror com efeitos especiais, Kilómetro 31 é a história de uma garota que sofre um acidente na estrada e entra em coma, ‘de onde’ se comunica com sua irmã gêmea para pedir ajuda.
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