
Terminou neste domingo (13.07) mais uma edição do Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo, que reuniu mais de 16 mil pessoas interessadas no cinema feito do México à Argentina nas exibições de 125 filmes, quatro mesas de debate, cinco oficinas, dois lançamentos de livros e uma aula magna. A programação, apesar de ter incluído poucos títulos realmente recentes dos países participantes, apresentou bons filmes ao longo de sete dias de evento.
Jogo de cena, de Eduardo Coutinho (foto), foi o vencedor do festival segundo o público (e do prêmio da crítica no Festival de Paulínia, que aconteceu quase que em paralelo). Já de acordo com o júri especializado, quem levou foi o filme argentino Estrellas, de Federico León e Marcos Martinez. O curta Habitación, do argentino Juan Carlos Zapata, da Universidad del Cine (FUC), foi o escolhido pela crítica na mostra paralela de filmes produzidos por estudantes das escolas de cinema latino-americanas filiadas à CILECT (International Association of Film and Television Schools). O mexicano Hamac Caziim, de Jerónimo Barriga, levou a menção honrosa.
Além da homenagem a Fernando Solanas na noite de encerramento – ocasião em que foi exibido seu Tangos, o exílio de Gardel –, alguns filmes receberam menção honrosa do júri de críticos, presidido pela jornalista Maria do Rosário Caetano. Entre eles, estão o documentário Serras de desordem, de Andrea Tonacci, e Una novia errante, de Ana Katz.

