
O mexicano Guillermo Arriaga, um dos roteiristas mais cotados hoje e autor de filmes de sucesso como Amores brutos, 21 gramas e Babel (pelo qual foi nomeado ao Oscar), debutará como diretor na 65ª edição do Festival de Cinema de Veneza, que acontece entre 27.08 e 06.09.
Arriaga competirá pelo Leão de Ouro com The burning plain, protagonizada por Charlize Terón, Kim Basinger e Joaquim de Almeida. Da competição oficial, também faz parte o ítalo-chileno Marco Bechis (conhecido internacionalmente por Garaje Olimpo).
Um total de 21 longas-metragens de 12 países disputarão o Leão de Ouro, que será entregue por um júri presidido pelo cineasta alemão Wim Wender e integrado, entre outros, pela diretora argentina Lucrecia Martel.
Latinos convidados
O Brasil participa de Veneza em uma mostra paralela com Encarnação do demônio, de José Mojica Marins, além de assinar como co-produtor o curta Do visível ao invisível, do português Manoel de Oliveira.
O cinema mexicano será representado na seção “Orizzonti”, existente há quatro anos para dar lugar a filmes que experimentam novas estéticas, misturando ficção e documentário, com Voy a explotar de Gerardo Naranjo e Los herederos de Eugenio Polgovsky.
A mostra de Veneza ainda abriga outras seções paralelas, como a “Giornata degli autori” (Jornada de autores), na qual estará presente a argentina Una semana solos, de Celina Murga.
A 65ª edição será aberta com Burn after reading, escrita e dirigida pelos irmãos Coen, e será encerrada com Orfeo 9, do italian Tito Schia.
(Via El Tiempo)
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